Reais
O peixinho sabia falar, animal, pequenino, veio de muito tempo atras sua luz, e sempre foi azul, possivelmente seu cérebro era rosa, mas de nada impedia ele de falar.
—Azul diz o peixinho Cem, talvez exista mais.
Começou a escrita e mais uma onda de luz existencial de animais, falantes. Que animalzinho de auto valor!
Claro ser um papel de desenho que talvez tenha valor é possível ouvir a vida de mais um peixinho, chamado Reais. Nasce a fala de ser pueril que remonta a escrita de dar mesada para criancinhas
— Vai poupar obvio!
— Então, começa a fazer as continhas com peixinhos.
Era um ser muito pequenino mais muito esperto de Verdade.
— Pago minhas contas logo existo, dizia ele; e o inverso também.
Sempre dar explicação é motivo de descobrir quem sabe dar o valor a existência dos meus animaizinhos que me devem uma palavra de amizade. Luz disse alguém a muito tempo atrás, então mais um small fish, entre mim e a palavra, cresce a escrita de ouvir os animais importantes sobre a fauna desse escritor Brasileiro. Ordem e progresso então o Brasil criou mais animais em notas de reais em papel de cédulas.
— Se o peixe fala pode ser um ser humano que está conversando, com seu próprio dinheiro, existir mais compras em sua casa, apartamento, castelo ou lar, nada vale mais do que ser um estudante, de engenharia civil, falar com animais, possivelmente, escrever, sobre a luz deles, ouvir seus sons de fauna e flora e, a ordem do planeta terra é o com seu auto-respeito, interior da Colônia viva o Brasil terra da Pátria-Amada. Reais!




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